Uma operação da Polícia Civil de Goiás prendeu, nesta quinta-feira (8), dez pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas em Goiânia e na Cidade de Goiás.
Entre os investigados estão dois irmãos, apontados como integrantes do grupo responsável pelo envio de entorpecentes para o município histórico.
A ação integra a 18ª fase da Operação Destroyer – Domini Veteres, coordenada pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc). Ao todo, foram expedidos dez mandados de prisão preventiva e ordens de busca e apreensão contra os investigados.
Operação contra o tráfico de drogas

De acordo com a investigação, três pessoas seriam responsáveis pelas remessas de drogas para a Cidade de Goiás. Entre elas estão os dois irmãos. Após chegarem ao município, os entorpecentes seriam distribuídos e revendidos por outros sete suspeitos.
Com base nos elementos reunidos durante o trabalho investigativo, a Polícia Civil solicitou à Justiça as prisões preventivas e os mandados de busca contra os dez investigados.
Segundo o delegado responsável pela operação, Ricardo Ramos, nove dos dez mandados de prisão preventiva já haviam sido cumpridos. Durante as buscas, uma outra pessoa foi presa em flagrante após ser encontrada com entorpecentes.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais apreenderam uma grande quantidade de drogas, além de duas armas de fogo e munições.
A investigação busca identificar a atuação de cada integrante e desarticular a estrutura apontada como responsável pela distribuição dos entorpecentes entre Goiânia e a Cidade de Goiás.
Os nomes dos suspeitos presos não foram divulgados pelas autoridades. Por esse motivo, não foi possível localizar as defesas para que se manifestassem sobre as acusações.

18ª fase da Operação Destroyer
A ação desta quinta-feira faz parte da Operação Destroyer – Domini Veteres, investigação voltada ao combate ao tráfico de drogas e à associação para o tráfico em Goiás.
Segundo a Polícia Civil, desde o início da operação já foram cumpridas mais de 860 medidas judiciais e determinados bloqueios de valores que ultrapassam R$ 470 milhões.




