As escolas da rede municipal suspenderam as atividades nesta terça-feira (12) após o início da greve dos trabalhadores da educação.
A paralisação foi anunciada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), que cobra uma série de reivindicações relacionadas à carreira e aos salários da categoria.
Greve na rede municipal em Goiânia

Entre as principais demandas apresentadas pelo sindicato estão a criação do plano de carreira para servidores administrativos, o pagamento das progressões funcionais, o reajuste do piso salarial dos professores e o pagamento da data-base dos administrativos.
A pauta também inclui a aplicação de legislações relacionadas ao descongelamento e ao enquadramento de servidores.
Devido a greve, a decisão do TJGO ainda estabeleceu que ao menos 70% dos servidores da educação permaneçam em atividade durante a greve, principalmente nos serviços ligados à educação infantil e à alimentação escolar.
Em publicação divulgada nas redes sociais da entidade, o Sintego afirmou que o movimento grevista é considerado legal e seguirá por tempo indeterminado.
Ao Portal Dia, a A Secretaria Municipal de Educação (SME) informou que acompanha o cumprimento da decisão liminar do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) sobre a paralisação anunciada pelo Sintego e que apenas 11% das unidades educacionais tiveram suas atividades afetadas pela paralisação nesta terça-feira (12).
Confira a nota completa:

“A Secretaria Municipal de Educação (SME) informa que acompanha o cumprimento da decisão liminar do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) sobre a paralisação anunciada pelo Sintego que determina a manutenção mínima de 70% dos servidores administrativos da educação em atividade, especialmente na Educação Infantil e nos serviços de alimentação escolar. Além da apresentação, em até 24 horas, de um plano de continuidade das atividades. Esse prazo vence às 12 horas desta terça-feira (12/5).
A liminar destaca ainda que o direito de greve não é absoluto e deve respeitar a continuidade dos serviços públicos e o interesse coletivo. O documento também proíbe atos que impeçam o funcionamento das escolas ou o acesso aos prédios públicos, sob pena de multa diária.
A SME reforça informa que apenas 11% das unidades educacionais tiveram suas atividades afetadas pela paralisação nesta terça-feira, mas que permanece aberta ao diálogo e às negociações com a categoria. A prioridade é garantir a continuidade das aulas e o atendimento aos estudantes da rede municipal”.




