O Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, recebe entre os dias 20 e 22 de março a etapa brasileira do MotoGP. O circuito foi totalmente modernizado para atender aos padrões da principal categoria do esporte, após um investimento de R$ 250 milhões por parte do Governo de Goiás.
A reforma incluiu a troca completa do asfalto da pista, ampliação das áreas de segurança e substituição de equipamentos essenciais para garantir a proteção dos pilotos. Entre as novas estruturas, destacam-se a torre de controle e o centro médico, que colocam o autódromo entre os mais modernos da América Latina.
Segundo o governador Ronaldo Caiado afirmou que o circuito reúne tecnologia de ponta e um aparato completo de segurança, além de contar com uma das maiores retas do mundo em termos de velocidade, fator que deve se tornar um diferencial da etapa brasileira.
Mais melhorias no Autódromo para o MotoGP em Goiânia
Uma das principais novidades é a nova torre de controle, que passa a operar com um sistema completo de Race Control, responsável por decisões técnicas durante as corridas, como aplicação de penalidades e sinalizações.
O diretor esportivo da MotoGP, Felippe Biazzi, afirma que Goiânia se torna o primeiro autódromo da América Latina com esse nível de tecnologia, servindo de referência para outros projetos que busquem o padrão máximo de excelência no motociclismo.
Outro destaque é o novo centro médico, com 430m² e estrutura comparável à de hospitais de ponta. O espaço conta com equipes especializadas, ambulâncias distribuídas ao redor da pista e salas equipadas para atendimentos de alta complexidade. Para o diretor médico da MotoGP Brasil, Dino Altmann, o autódromo oferece uma das melhores estruturas de atendimento do circuito mundial, garantindo rapidez e eficiência em situações de emergência.
As melhorias também incluem a construção de um viaduto interno para facilitar a logística do evento, ampliação da área de boxes, criação de novos espaços para equipes e camarotes, além da implantação de dois helipontos estratégicos, sendo um deles ao lado do centro médico para agilizar possíveis resgates. A acessibilidade também foi priorizada, com adaptações nos acessos e saídas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.












