A Diaspora.Black, em parceria com a Embratur e a CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina), realizou uma pesquisa inédita sobre o afroturismo no Brasil, identificando tendências, desafios e oportunidades para o fortalecimento do setor.
Como parte desse estudo, a Diaspora.Black desenvolveu um mapeamento nacional reunindo instituições, comunidades e iniciativas que preservam e promovem a cultura negra no turismo brasileiro, incluindo roteiros no Centro-Oeste (veja lista abaixo).
“O afroturismo brasileiro está vivendo um momento de consolidação no turismo e na história. Realizamos esse mapeamento para mostrar como as iniciativas estão movimentando a cultura, preservando a memória e impulsionando o impacto econômico nas comunidades negras em todo o país. É um retrato de como o afroturismo pode ser ferramenta de reparação, visibilidade e geração de renda. Assim, mostramos que temos um compromisso de conectar os viajantes com os territórios e a história” afirma Carlos Humberto, cofundador da Diaspora.Black.
O conteúdo idetalha desde quilombos, comunidades tradicionais até museus em uma lista de 93 locais com nomes, cidades, descrição e tipo de roteiro.
Roteiros mapeados no Centro-Oeste da pela Diaspora.Black em 2025:
– Instituto Afrolatinas (DF)
– Me Leva Cerrado (GO/DF)
– Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga (GO)
– APANSLI – Associação do Assentamento Agroextrativistas Nossa Senhora do Livramento (MT)
– Agência de Turismo Monotour (MT)
– Bela Oyá Pantanal (MS)
– Restaurante Bar da Cachoeira (MS)












