O presidente da Goiás Turismo, Paulo Henrique da Farmácia, e o vereador por Goiânia Luan Alves (MDB) estão entre os investigados em uma operação da Polícia Civil que apura um suposto esquema de cobrança de propina para a liberação de alvarás de funcionamento de eventos na capital.
A operação, realizada nesta quarta-feira (10), também tem como alvo outros ex-integrantes da administração municipal que atuaram entre 2017 e 2022.
Operação contra esquema de cobrança de propina

Coordenada pela Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor), a investigação investiga um grupo formado por ex-secretários, ex-dirigentes de órgãos municipais e ex-assessores. Segundo a polícia, as suspeitas envolvem a exigência de pagamentos indevidos de empresários interessados em obter autorizações para promover eventos em Goiânia.
As investigações iniciaram após a denúncia de um empresário do setor de eventos itinerantes. Em depoimento, ele relatou que era submetido a sucessivas cobranças para conseguir as licenças necessárias ao funcionamento de suas atividades. Com base nele, o prejuízo estimado é de R$ 400 mil.

Ainda de acordo com o relato, a situação se tornou financeiramente insustentável, levando ao encerramento das operações na capital em 2021.
O portal tentou contato com a assessoria do vereador Paulo Henrique da Farmácia e do Luan Alves, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para futuros esclarecimentos.




