Goiânia aparece na sexta posição entre as capitais brasileiras no Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026), com pontuação de 69,47.
O resultado mantém a capital goiana na mesma colocação do levantamento anterior, quando havia registrado índice de 68,10.
O ranking avalia o desempenho social e ambiental dos municípios brasileiros com base em dados públicos. Ao todo, são 57 indicadores distribuídos em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades.

Moradia e saneamento têm melhores resultados em Goiânia
Entre os indicadores avaliados, Goiânia apresenta melhores resultados em Acesso à Moradia (95,11) e Acesso à Água e Saneamento (92,20).
Na dimensão Fundamentos do Bem-Estar, o destaque é o indicador de Acesso à Informação e Comunicação (91,75), que considera a cobertura de internet móvel (4G e 5G), além da disponibilidade de internet banda larga e telefonia móvel.
A capital também apresenta desempenho relacionado à presença de áreas verdes urbanas, dentro do indicador de qualidade do meio ambiente.
Oportunidades e educação entram na avaliação
Na dimensão Oportunidades, o levantamento aponta resultados mais elevados em indicadores como Direitos Individuais, que considera políticas e ações voltadas a direitos humanos, e Liberdades Individuais e de Escolha, relacionado ao acesso a cultura, lazer, esporte e espaços públicos.
Também são avaliados indicadores ligados à Educação Superior, incluindo nível de escolaridade da população ocupada e desempenho educacional medido por dados do Enem.
Goiás também aparece em 6º no ranking estadual
No recorte por unidades federativas, Goiás ocupa a sexta colocação, com índice de 64,52. O estado fica atrás do Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais.
O IPS Brasil 2026 analisa todos os 5.570 municípios do país e permite a comparação de indicadores sociais ao longo do tempo.

Sobre o IPS Brasil
O Índice de Progresso Social (IPS) é produzido pela Social Progress Imperative e aplicado internacionalmente desde 2014. No Brasil, o relatório está em sua terceira edição e utiliza dados oficiais para medir aspectos sociais e ambientais, sem considerar indicadores econômicos como renda ou PIB.
A metodologia permite comparar o desenvolvimento entre municípios e estados, além de acompanhar mudanças ao longo dos anos.




