O setor de turismo em Goiás registrou crescimento de 0,4% em março deste ano, colocando o estado na terceira posição entre as unidades da Federação com melhor desempenho no país.
Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta sexta-feira (15). Apenas Rio Grande do Sul, com alta de 1,4%, e Rio Grande do Norte, com 1,3%, tiveram resultados superiores. Na outra ponta, Alagoas e Pernambuco apresentaram as maiores quedas no período.
Setor de turismo em Goiás

O avanço do turismo reforça a importância do setor para a economia goiana, especialmente na movimentação do comércio e na geração de empregos. Segundo o governo estadual, o desempenho positivo está ligado ao potencial turístico de Goiás, que tem atraído visitantes de diferentes regiões do Brasil e também do exterior.
A avaliação da Goiás Turismo é de que o resultado demonstra o fortalecimento do estado como destino competitivo no cenário nacional. Entre as ações apontadas pelo órgão estão iniciativas de promoção turística, qualificação profissional e valorização de atrativos regionais.
Além do turismo, outros segmentos do setor de serviços também apresentaram crescimento em Goiás. A área de informação e comunicação teve alta de 11,9% na comparação com março de 2025, acumulando um ano seguido de resultados positivos. O setor reúne atividades como telecomunicações, tecnologia da informação, audiovisual, edição e agências de notícias.

Os serviços profissionais, administrativos e complementares também avançaram, com crescimento de 4,3% no período, contribuindo para o fortalecimento do ambiente de negócios no estado.
De forma geral, o volume de serviços em Goiás subiu 0,2% em março na comparação com o mês anterior, considerando os dados com ajuste sazonal. Com o resultado, o estado ficou entre as 14 unidades da Federação que registraram expansão no setor durante o período.
A Pesquisa Mensal de Serviços acompanha o desempenho do setor no país a partir da receita bruta de empresas formalizadas com 20 ou mais empregados, que atuam principalmente em serviços não financeiros, excluindo as áreas de saúde e educação.




