O trabalho em locais elevados exige um alto nível de responsabilidade técnica e operacional. Em ambientes industriais, canteiros de obras e redes de manutenção elétrica, a integridade física do trabalhador depende não apenas dos equipamentos de retenção de queda, mas fundamentalmente do equilíbrio do próprio corpo. A segurança em altura, portanto, transcende o uso de cordas e mosquetões, fundamentando-se na consciência corporal e na estabilidade biomecânica.
Este artigo analisa a correlação entre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), com foco em calçados técnicos, e o rendimento profissional, destacando os erros mais comuns e as estratégias de prevenção baseadas em treinamentos práticos no curso nr 35, como os oferecidos pela MA Consultoria e Treinamentos.
Por que a segurança na altura começa pelos pés?
É comum que a relação entre o calçado e os reflexos em altura seja subestimada. No entanto, o calçado de segurança desempenha um papel tão crítico quanto o trava-quedas.
O calçado é tão importante quanto o trava-quedas.
A explicação reside na biomecânica: sem estabilidade e conforto, a habilidade motora é reduzida, a fadiga ocorre precocemente e o risco de escorregamentos ou perda de equilíbrio aumenta drasticamente. Essa premissa é válida para atividades em andaimes, torres, estruturas metálicas e manutenções diversas.

O cenário brasileiro de acidentes
Apesar dos avanços normativos, os acidentes de trabalho continuam em patamares preocupantes. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego indicam um crescimento constante nas ocorrências desde 2021:
- 2022: Aumento de 12,63% em relação a 2021.
- 2023: Crescimento de 11,91%.
- 2024: Alta de 11,16%.
- 1º Semestre de 2025: Elevação de 8,98% comparado ao mesmo período anterior.
Embora o acumulado da década (2011-2021) tenha apresentado uma queda de 25,6%, setores com risco de queda mantêm uma incidência crítica, onde falhas básicas podem resultar em consequências severas para trabalhadores e empresas.
Os 7 erros críticos no uso de EPIs e calçados
1. Ignorar a estabilidade e aderência do calçado
O uso de calçados inadequados, como tênis comuns ou botas com solados desgastados, aumenta o risco de deslizamentos em superfícies metálicas ou úmidas. Calçados técnicos, como as botinas Marluvas, utilizam solados bidensidade que oferecem aderência superior. A estabilidade evita torções e garante passos controlados em escadas e andaimes.
A superioridade técnica dos calçados é comprovada nos treinamentos práticos de NR 35 da MA Consultoria e Treinamentos. Através de simuladores de ambientes críticos, os profissionais vivenciam cenários reais onde o desempenho e a aderência dos equipamentos são testados ao limite. Essa abordagem prática permite que o trabalhador visualize, em tempo real, como a tecnologia do calçado atua na prevenção imediata de escorregamentos e quedas.

2. Subestimar o impacto da fadiga
A fadiga muscular inicia-se frequentemente pelos membros inferiores. O cansaço físico reduz a acuidade mental e aumenta a probabilidade de erros cognitivos. A utilização de calçados leves e ergonômicos é essencial para manter o trabalhador alerta e mitigar o desgaste físico prolongado.
Por isso, a escolha de calçados leves e ergonômicos, como as botinas Marluvas, faz total diferença. Elas ajudam o trabalhador a se manter alerta, reduzindo o cansaço e mantendo a estabilidade por mais tempo.
3. Negligenciar riscos elétricos (NR 10)
Muitas atividades em altura ocorrem próximas a redes energizadas. O uso de calçados com componentes metálicos ou sem isolamento adequado compromete a segurança. A conformidade com a NR 10 exige calçados com isolamento elétrico, garantindo proteção multirrisco em cenários de alta complexidade.
4. Utilizar EPI sem treinamento adequado
Equipamento sem conhecimento técnico torna-se apenas um fardo. Treinamentos da NR35 práticos, como os realizados pela MA Consultoria, são fundamentais para que o trabalhador aprenda a ajustar os EPIs em simulações realistas que replicam o ambiente industrial, transformando o uso do equipamento em uma resposta consciente.
5. Uso de equipamentos fora da validade ou danificados
A eficácia de materiais anti-perfuração e do isolamento elétrico é comprometida pelo desgaste ou vencimento. É imperativo que todo EPI obedeça às normas ABNT NBR ISO 20345 e NR 6. A inspeção prévia de solados e costuras deve ser uma rotina inegociável.
As botinas Marluvas são certificadas e destacam essas informações no próprio produto, facilitando a checagem rápida antes de cada uso.
6. Desconsiderar a adaptação ao cenário real
Cada superfície (metal, concreto, madeira) exige uma resposta técnica diferente do calçado. O uso de EPIs “genéricos” ignora as particularidades do ambiente. A seleção de modelos específicos para cada tipo de aderência é um diferencial na prevenção de quedas.
Nos cursos práticos de NR35 da MA Consultoria e Treinamentos, todo cenário é levado à máxima aproximação da realidade, estimulando o trabalhador a adaptar o kit EPI, incluindo calçados técnicos, antes de cada intervenção.
7. Adotar condutas inseguras por pressão ou improviso
A busca por produtividade não deve se sobrepor aos protocolos de segurança. Pular etapas ou negligenciar o travamento de cintos e o uso de botas adequadas cria uma falsa sensação de segurança. A conscientização sobre os riscos de quedas e deslizamentos deve prevalecer sobre o automatismo.
Em treinamentos em altura da MA Consultoria, são feitas simulações de situações emergenciais reais, quedas, deslizes e resgates, para mostrar a diferença entre agir no automático ou com total consciência do corpo e dos equipamentos.
Diferenciais técnicos e capacitação
A eficácia na prevenção de acidentes é potencializada pela união de dois pilares: tecnologia de produto e capacitação prática.
- Tecnologia Marluvas: Solados bidensidade, absorção de impacto, ausência de componentes metálicos e palmilhas antimicrobianas garantem que a base do trabalhador seja segura e confortável.
- Capacitação MA Consultoria: A abordagem 360° do maior centro de treinamentos do Brasil, que integra as NRs 35, NR 10, NR 06 e a formação de Bombeiros Civis, desenvolve o instinto de sobrevivência e a competência técnica por meio de feedbacks imediatos em ambientes controlados.

Conclusão
A segurança no trabalho em altura é o resultado direto do preparo técnico aliado à escolha de equipamentos de alto padrão. Empresas que investem em treinamentos personalizados e em tecnologias certificadas demonstram um compromisso genuíno com a preservação da vida e a excelência operacional.
Essa integração de conhecimento e prática faz com que o uso correto do EPI (inclusive o calçado) vire rotina, e não exceção. Dentro desse ecossistema, a parceria com fabricantes de referência, como a Marluvas, estabelece um novo padrão: capacitação completa combinada a equipamentos de alto desempenho é o caminho mais seguro para zerar acidentes.
Perguntas frequentes sobre segurança em altura, EPI e calçados
Quais EPIs são obrigatórios para trabalho em altura?
Segundo a NR 35, os Equipamentos de Proteção Individual obrigatórios incluem cinto de segurança tipo paraquedista, talabarte, trava-quedas, capacete com jugular, calçado de segurança apropriado (preferencialmente botinas técnicas), e em muitos casos protetores auriculares, luvas e óculos de proteção. Este conjunto deve ser selecionado conforme riscos do ambiente e atividade. O uso disciplinado desses EPIs, aliado ao treinamento, é indispensável para evitar acidentes.
Como escolher o melhor calçado para altura?
O melhor calçado para atuar a alturas exige estabilidade, conforto, aderência e se possível proteção elétrica/multirrisco. Recomendo sempre analisar o solado (bidensidade para superfícies molhadas e metálicas), presença ou ausência de componentes metálicos (de acordo com risco elétrico), absorção de impacto e certificação em normas como a ABNT NBR ISO 20345. Botinas Marluvas exemplificam isso: são técnicas, seguras e aprovadas para diferentes ambientes hostis, conforme as necessidades do trabalho.
O que é trabalho em altura segundo a NR35?
A NR 35 define como trabalho em altura toda atividade executada acima de 2 metros do nível inferior, onde haja risco de queda. Tal definição abrange manutenção em fachadas, andaimes, estruturas metálicas, torres elétricas, entre outros. Exige planejamento, análise prévia de risco, uso de EPI adequado e treinamento específico realizado por empresas especializadas como a MA Consultoria e Treinamentos.
Quais são os erros mais comuns com EPI?
Entre os erros mais recorrentes estão: utilizar EPIs de forma inadequada ou sem ajuste, ignorar a validade e estado do produto, não adaptar o tipo de EPI à tarefa específica, confiar em treinamento apenas teórico, negligenciar o uso do calçado adequado, e adotar condutas inseguras por pressa ou excesso de confiança. A prevenção começa pelo uso consciente, treinamento e renovação periódica do equipamento.
Como garantir segurança ao trabalhar em altura?
Para garantir segurança em atividades elevadas, recomendo três pilares: capacitação prática, uso dos EPIs corretos (em excelentes condições) e análise constante do ambiente. Invista sempre em treinamentos práticos que simulam cenários reais; escolha botinas técnicas Marluvas e outros equipamentos certificados; nunca subestime o cansaço físico, adaptando pausas e movimentação ao seu ritmo. Buscar auxílio de centros como a MA Consultoria e Treinamentos também é estratégia que faz a diferença.
*Este material é de responsabilidade da equipe Goomarketing e não representa, necessariamente, a posição editorial do Portal Dia.




